A ANTI-URUCA MACHINE retorna neste 16 de maio, sábado, com dois shows eletrônicos e um long set. Um quarteto mesclando experimental e improvisação com sintetizadores modulares, samplers e instrumentos. Uma dupla de electropunk com elementos de goth e industrial. Um DJ que passeará do EBM, pós-punk e industrial ao techno, house, electro e jungle.
FRANK VIS, de Amsterdam, faz noise com sintetizador modular. É membro do coletivo noise-punk FCKN’BSTRDS e fundador do festival SOTU e da gravadora Plattegrond Records, um selo dedicado à música experimental radical.
MÁRCIO GIBSON é membro-fundador do Circuito de Improvisação Livre de São Paulo e já colaborou com gigantes da música experimental como Otomo Yoshihide, Paal Nilssen-Love e Phil Minton, entre muitos outros.
MÁRIO DEL NUNZIO atua entre improvisação, composição e interpretação de música experimental / contemporânea. Na sua prática, frequentemente lida com limites do corpo e energia extrema.
SEHT ZHAN é sonologista, artista sonoro e improvisador livre. Lida principalmente com questões ontológicas anti musicais como o caos, ruído, cibernética e movimentos absurdistas.
O quarteto, que fará sua primeira aparição nessa formação, conta com a presença de músicos que atuam e atuaram conjuntamente em diversas outras formações e subgrupos, tendo como articulador principal Marcio Gibson, que manteve um duo com Frank Vis enquanto morava na Europa. Será uma noite de improvisação enérgica, ruidosa, com diálogos entre músicos com diferentes formações e abordagens.
PERSEPHONYX é ritual sônico, trânsito entre mundos, onírico e feral. Eletrônico com vozes e palavras das horas escuras, semente sangrenta, dança das pulsões de vida e de morte.
Novo projeto solo de LEANDRA LAMBERT, na música desde os anos 90 e uma das primeiras no país a produzir eletrônico com elementos de pós-punk, gótico e industrial. Com PERSEPHONYX, os tempos se encontram e dizem o agora.
Neste show, contará com a participação de GUILHERME MAQUIEIRA no baixo. Guilherme já criava os vídeo-sigilos do projeto; é designer, motion e VJ. Na música, é baixista e vocalista vindo do crust punk, pós-punk, grindcore e noise. Já tocou nas bandas Utsu, Vozes do Abismo e N.U.N.C.A.
ALEXANDRE MANDARINO, como Chip Totec e Phunk Phreak, cria techno, electro, breaks e ambient desde 1997. Fez parte do duo Terra Incognita, com Leandra Lambert, e também se aventura pela sound art.
É escritor e tradutor literário, autor do romance Guerras do Tarot e diversos contos. Atuou como jornalista por 15 anos, escrevendo sobre cultura e tecnologia. A pista de dança é a sua narrativa mais querida, desde meados dos anos 80 e as cenas goth-punk, indie, jungle e techno originais.
Nos anos 10, criou a ANTI-URUCA MACHINE, festa com pocket shows eletrônicos que aconteceu na Bhering e mais tarde virou uma série de DJ sets transmitidos pela rádio on-line Babel. Desde junho de 2025 o Anti-Uruca retornou ao formato festa de pista. A Anti-Uruca Machine surgiu com a proposta de se inserir na rica tradição dos selectors, lançando mão de diversos gêneros mas sempre de olho na mixagem. Equilibrar sons distintos e até opostos mas sem deixar o beat cair. Coldwave com techno, EBM com electro, post-punk com jungle, space disco com acid house, breaks com shoegaze.
ANTI-URUCA MACHINE
Centro Cultural DIVERSA
Rua do Rezende, 14 - Lapa
16 de maio
A partir das 22h.
Ingressos R$20
Lista trans, mães solo e PcD: mandar DM para @leandralambert ou @alexandre.mandarino pelo IG.
Coldwave, techno, house, electro, jungle